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CURADORIA

Como pensamos jogadores, clubes, eras e OVR

Conheça os princípios usados para transformar história do futebol em um catálogo jogável.

Relevância no contexto, não apenas fama

O nome de um jogador pode ser gigantesco, mas a versão usada no jogo precisa representar o período certo. A avaliação considera o que ele entregou naquele clube e naquela fase da carreira, não apenas tudo o que conquistou depois em outros lugares.

Isso evita transformar clubes formadores em coleções automáticas de estrelas que só atingiram seu auge anos mais tarde.

Múltiplas versões quando existe justificativa histórica

Alguns atletas foram protagonistas em mais de um contexto. Quando duas passagens possuem peso histórico próprio, o catálogo pode representar ambas com versões adequadas. O ponto central é que cada versão faça sentido por si só.

OVR como referência principal

O OVR funciona como indicador geral de qualidade. Para evitar avaliações baseadas em uma única opinião, o projeto busca coerência relativa entre jogadores, épocas e posições, usando referências históricas e revisão comparativa do próprio catálogo.

OVR não é uma afirmação científica sobre o futebol. Ele é uma abstração de design usada para fazer o jogo funcionar de maneira previsível e comparável.

Traits e identidade tática

Jogadores e equipes podem ter características que diversificam o comportamento sem substituir completamente a qualidade geral. A intenção é permitir que dois times com força parecida tenham identidades diferentes, em vez de produzir partidas iguais com nomes diferentes.

Curadoria contínua

O catálogo é revisável. Novas fontes, inconsistências descobertas e lacunas de posição podem levar a ajustes. Alterações relevantes passam por testes para evitar que uma expansão de conteúdo quebre regras de escalação, sorteio ou competição.